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ENTREVISTA DE SARAH NO TODAY



Esta entrevista do TODAY resume bem o que ela tem dito sobre o Shine On em diversas outras entrevistas que vêm acontecendo desde o lançamento do álbum.




O álbum teve como base muitas perdas que ocorreram nos últimos quatro anos de sua vida. Seu pai adotivo faleceu de câncer, quase ao mesmo tempo em que ela estava se separando do marido (Ashwin Sood) e também rompendo o contrato com sua gravadora (Nettwerk), e foi tudo quase ao mesmo tempo, ela perdeu todas as "âncoras masculinas" de uma só vez. Ela se sentiu perdida em todas as direções, porque teve que se redefinir em meio a todo esses acontecimentos, e que muitas músicas do álbum tiveram inspirações neste processo.

Além da música "Song for My Father", ela conta que "Surrender and Certainty" também é outra música dedicada ao pai, e detalha: "Quando levamos as cinzas do meu pai até a praia de Tofino, no oeste do Pacífico Norte, eu as espalhei no mar e depois fui nadar com ele. Foi um momento lindo e muito profundo, porque eu estava o deixando ir mas ao mesmo estava completamente com ele, sentia que ele estava comigo".

Sobre o fim de seu casamento, ela conta que ainda chegou a compor várias músicas sobre separação, mas que não chegou a finalizá-las, por diversos motivos, sendo o principal deles seu novo relacionamento (atualmente ela namora o ex-jogador de hóquei Geoff Courtnall), no qual ela descobriu que seria possível amar alguém novamente.

Apesar de seu novo relacionamento, ela afirma que o que mais a inspira ainda são as coisas tristes: "Eu acho que o álbum ainda tem muitas coisas tristes, e tem mesmo, porque você não chega até este ponto da sua vida ileso; todos nós sofremos, todos nós temos perdas, e eu acredito que você tem que saber que somos feitos disso, e temos que trabalhar nisso e colocar estes sentimentos em um lugar que possamos ser capaz de ser positivos e continuar a luta todos os dias. Eu tenho duas crianças pequenas, que foram provavelmente meus maiores presentes, e eu sabia que tinha que acordar todo dia e seguir em frente por causa delas".

Ao final da entrevista, o entrevistador questiona se no futuro suas filhas (India, 12, e Taja, 6) seguiriam os mesmos passos dos pais no mundo artístico. Ela cita que a mais nova gosta muito de tocar piano, mas realmente não sabe se ambas vão seguir nesta carreira, e que deseja que elas descubram sua paixão por algo e amem o que desejarem fazer.

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